Um aplicativo de corrida brasileiro, feito no Nordeste — e pensado pra cidade de verdade, onde o povo se conhece e endereço é "na frente da igreja". Preço fechado antes de pedir: o que aparece na tela é o que tu paga.
Como funciona
Sem cadastro comprido, sem cartão obrigatório, sem preço que muda no fim da viagem.
Escreve o nome do lugar ou arrasta o pino no mapa — porque no interior muito destino não tem nome em mapa nenhum.
O valor aparece antes de tu confirmar. Paga no PIX, que cai na hora, ou no cartão.
Vê o motorista chegando no mapa e fala com ele por dentro do app — sem precisar dar teu telefone pra ninguém.
Pra quem anda
App de corrida todo mundo já viu. O que ninguém faz é o que está aqui embaixo — e tudo isso já está no ar, funcionando.
Viagem entre cidades vendida por lugar, não pelo carro. Quatro pessoas indo pro mesmo canto dividem o mesmo carro e cada uma paga a sua parte. Os aplicativos grandes vendem sempre o carro inteiro.
“Ia sozinho e não pagava. Dividido por quatro, dá pra ir todo dia.”
O motorista publica a viagem que ele já ia fazer — dia, hora, quantos lugares e o preço — e tu compra o assento pelo app. Ele passa te pegando em casa. É a lotação que já existe, agora com lista, preço combinado e recibo.
“Amanhã 5h eu vou pra Teresina, tenho 4 lugares.”
“Na frente da igreja”, “no posto do Zé”, “casa da dona Fátima”. Aqui muita rua não tem número e muito lugar não tem placa — o app entende do jeito que o povo fala, porque os pontos da cidade estão cadastrados um por um.
Aquele motorista que tu confia fica na tua lista, e dá pra chamar ele direto. A corrida é só dele por 90 segundos; se ele não puder, aí sim vai pra todo mundo. É o combinado do WhatsApp, agora dentro do app.
Dá pra pagar em dinheiro no fim da corrida. E tu diz com quanto vai pagar — o motorista já sai de casa sabendo que precisa levar troco pra R$ 50. Acabou a discussão na porta.
Tu abre o chamado na corrida, o motorista recebe na mesma hora — enquanto o carro ainda está com ele — e responde com foto do objeto. Daí tu escolhe: combina de buscar, ou pede a entrega com o preço na tela antes.
Segurando o botão durante a corrida, o app liga o 190 com um toque e mostra rua, cidade, coordenada e a placa do carro em letra grande pra tu ler pro atendente. Ao mesmo tempo avisa a central, todos os motoristas por perto e os teus contatos de confiança, com o link pra acompanhar a viagem ao vivo.
Estrelinha não resolve nada. Aqui a reclamação vira chamado com número, chega na mesa de quem decide e volta pra ti respondida — no app e no teu e-mail.
Pra quem dirige
Valor da corrida, taxa e o que sobra pra ti — os três números na mesma tela, na hora da chamada. Sem descobrir depois, sem caixa preta.
É essa tela que aparece quando a corrida chama. O exemplo é de uma corrida dentro da cidade.
Porque quem fez isto aqui roda nas mesmas ruas que tu.
Corrida que nasce dentro da praça chama o primeiro da fila, não o mais perto. É a regra que o ponto já tem há cinquenta anos — e nenhum aplicativo nacional escreve a regra social de uma praça específica. Quem recusa, vai pro fim da fila.
Vai pra outra cidade amanhã? Publica no app: dia, hora, quantos lugares e o preço que tu escolhe. O app monta a lista de embarque na ordem, com nome, telefone e endereço de cada um. Carro ou van, pra qualquer cidade do país.
Celular no bolso, troco na mão, saindo de outra corrida — passou a chamada e acabou? Aqui não. A corrida fica à mostra na praça enquanto procura carro, e tu pega quando puder. Até a que ninguém pegou continua ali.
Terminou a corrida e o dinheiro entrou, o PIX sai sozinho pra tua chave. Se a chave estiver errada, o app te diz o porquê em vez de te deixar sem o dinheiro e sem explicação — e assim que tu corrige, ele manda na hora.
Antes de aceitar, tu já vê se é dinheiro e com quanto a pessoa vai pagar. A taxa da casa nessas corridas vai sendo descontada do teu próximo repasse — sem cobrança, sem mensagem, sem constrangimento.
Segurou o botão, todo motorista rodando naquele momento recebe onde tu está e a quantos quilômetros. No interior, quem chega primeiro não é a polícia — é o colega que estava a um quilômetro.
A lista completa
Não é promessa de aplicativo novo: cada item aqui embaixo está no ar.
Onde já roda
O Chega-i é brasileiro e nasceu aqui — o mapa, os endereços e o jeito de falar são daqui, e em cada cidade ele fala como se fala na cidade. Hoje ele opera nestes lugares, dentro do limite real de cada município, e avisa na cara de quem está fora. Cidade nova entra assim que tiver motorista pra rodar.
A cidade inteira, do Centro aos sítios. Corrida dentro da cidade e para Barbalha.
Sede e distritos, incluindo Caldas e o balneário — a 11 minutos do Centro.
A capital inteira, com mais de 5 mil ruas no mapa — do Centro à zona Leste.
71 km de estrada, com tarifa própria pra viagem entre cidades. Não é preço de corrida urbana esticado.
Baixar
Três jeitos de entrar: abrir no navegador sem instalar nada, colocar o ícone na tela de início, ou baixar o aplicativo do Android. O do iPhone vem depois.
Pede o carro, acompanha no mapa e paga no PIX ou no cartão.
No celular dá pra “Adicionar à tela de início” pelo menu do navegador: vira ícone e abre como app, sem baixar nada. É assim que funciona no iPhone hoje.
Recebe chamada, vê o líquido antes de aceitar e roda quando quiser.
Mesma coisa aqui: dá pra “Adicionar à tela de início” e rodar direto do ícone. O aviso de corrida chega do mesmo jeito.