Um aplicativo de corrida brasileiro, feito no Nordeste — e pensado pra cidade de verdade, onde o povo se conhece e endereço é "na frente da igreja". Preço fechado antes de pedir: o que aparece na tela é o que tu paga.
Como funciona
Sem cadastro comprido, sem cartão obrigatório, sem preço que muda no fim da viagem.
Escreve o nome do lugar ou arrasta o pino no mapa — porque no interior muito destino não tem nome em mapa nenhum.
O valor aparece antes de tu confirmar. Paga no PIX, que cai na hora, ou no cartão.
Vê o motorista chegando no mapa e fala com ele por dentro do app — sem precisar dar teu telefone pra ninguém.
Em números
Cada número aqui embaixo está funcionando hoje, no ar.
Por que existimos
Não é falta de tecnologia — é falta de convivência. Três coisas que só quem mora aqui sabe:
"Na frente da igreja", "no posto do Zé", "casa da dona Fátima". Metade das ruas não tem número na porta. Um app que só entende "Rua X, 123" não entende a cidade.
Mauriti → Barbalha são 71 km. O carro inteiro custa caro, e por isso existe a lotação combinada no WhatsApp. Todo aplicativo vende o carro; nenhum vende o assento.
Praça de interior tem fila por ordem de chegada, e ela é respeitada há cinquenta anos. Algoritmo que distribui só por distância não briga com o costume — perde pra ele.
Pra quem anda
App de corrida todo mundo já viu. O que ninguém faz é o que está aqui embaixo — e tudo isso já está no ar, funcionando.
Viagem entre cidades vendida por lugar, não pelo carro. Quatro pessoas indo pro mesmo canto dividem o mesmo carro e cada uma paga a sua parte. Os aplicativos grandes vendem sempre o carro inteiro.
“Ia sozinho e não pagava. Dividido por quatro, dá pra ir todo dia.”
O motorista publica a viagem que ele já ia fazer — dia, hora, quantos lugares e o preço — e tu compra o assento pelo app. Ele passa te pegando em casa. É a lotação que já existe, agora com lista, preço combinado e recibo.
“Amanhã 5h eu vou pra Teresina, tenho 4 lugares.”
“Na frente da igreja”, “no posto do Zé”, “casa da dona Fátima”. Aqui muita rua não tem número e muito lugar não tem placa — o app entende do jeito que o povo fala, porque os pontos da cidade estão cadastrados um por um.
Aquele motorista que tu confia fica na tua lista, e dá pra chamar ele direto. A corrida é só dele por 90 segundos; se ele não puder, aí sim vai pra todo mundo. É o combinado do WhatsApp, agora dentro do app.
Dá pra pagar em dinheiro no fim da corrida. E tu diz com quanto vai pagar — o motorista já sai de casa sabendo que precisa levar troco pra R$ 50. Acabou a discussão na porta.
Tu abre o chamado na corrida, o motorista recebe na mesma hora — enquanto o carro ainda está com ele — e responde com foto do objeto. Daí tu escolhe: combina de buscar, ou pede a entrega com o preço na tela antes.
Segurando o botão durante a corrida, o app liga o 190 com um toque e mostra rua, cidade, coordenada e a placa do carro em letra grande pra tu ler pro atendente. Ao mesmo tempo avisa a central, todos os motoristas por perto e os teus contatos de confiança, com o link pra acompanhar a viagem ao vivo.
Estrelinha não resolve nada. Aqui a reclamação vira chamado com número, chega na mesa de quem decide e volta pra ti respondida — no app e no teu e-mail.
Pra quem dirige
Valor da corrida, taxa e o que sobra pra ti — os três números na mesma tela, na hora da chamada. Sem descobrir depois, sem caixa preta.
É essa tela que aparece quando a corrida chama. O exemplo é de uma corrida dentro da cidade.
Porque quem fez isto aqui roda nas mesmas ruas que tu.
Corrida que nasce dentro da praça chama o primeiro da fila, não o mais perto. É a regra que o ponto já tem há cinquenta anos — e nenhum aplicativo nacional escreve a regra social de uma praça específica. Quem recusa, vai pro fim da fila.
Vai pra outra cidade amanhã? Publica no app: dia, hora, quantos lugares e o preço que tu escolhe. O app monta a lista de embarque na ordem, com nome, telefone e endereço de cada um. Carro ou van, pra qualquer cidade do país.
Celular no bolso, troco na mão, saindo de outra corrida — passou a chamada e acabou? Aqui não. A corrida fica à mostra na praça enquanto procura carro, e tu pega quando puder. Até a que ninguém pegou continua ali.
Terminou a corrida e o dinheiro entrou, o PIX sai sozinho pra tua chave. Se a chave estiver errada, o app te diz o porquê em vez de te deixar sem o dinheiro e sem explicação — e assim que tu corrige, ele manda na hora.
Antes de aceitar, tu já vê se é dinheiro e com quanto a pessoa vai pagar. A taxa da casa nessas corridas vai sendo descontada do teu próximo repasse — sem cobrança, sem mensagem, sem constrangimento.
Segurou o botão, todo motorista rodando naquele momento recebe onde tu está e a quantos quilômetros. No interior, quem chega primeiro não é a polícia — é o colega que estava a um quilômetro.
Lado a lado
Não é sobre ser mais barato. É sobre fazer o que os outros não fazem.
| Na hora do aperto | Chega-i | Os aplicativos grandes |
|---|---|---|
| Viagem cara pra outra cidade | Paga só o teu assento, ou pega vaga na van do motorista | Paga o carro inteiro |
| Endereço sem número | Busca por referência da cidade; não achou, tu marca e batiza | Precisa de rua e número |
| Não tem carro na rua | Não deixa pagar e avisa | Cobra e depois avisa que ninguém aceitou |
| Quer aquele motorista de confiança | Chama ele direto; 90 s são só dele | Motorista é sorteado pelo raio |
| Esqueceu algo no carro | Ele é avisado na hora e responde com foto | Chamado por telefone, sem estado nem prazo |
| Pagar em dinheiro | Aceita, com o troco anunciado antes | Aceita em algumas praças, sem avisar o troco |
| O motorista saber se compensou | DRE completo: entrou, saiu, sobrou, meta e diagnóstico | Só o que entrou |
| A vez de quem está na praça há uma hora | Respeitada nas corridas do ponto | Não existe |
| Reclamar de alguma coisa | Protocolo, chamado e resposta de gente | Robô e formulário |
O DRE do motorista
Os aplicativos mostram o que o motorista GANHA e nunca o que ele GASTA. Aqui a conta fecha — e é ele quem manda nela.
Ele lança o combustível na bomba em três toques (com litros e quilometragem, se quiser), a manutenção, a lavagem. O app cruza com o que entrou e mostra o que sobrou de verdade — separando o que já está no bolso dele, o que caiu no banco e o que ainda está a caminho.
Exemplo de um dia e de um mês comuns. O dinheiro das despesas é dele: nenhum centavo disso passa pela plataforma, e o app só faz a conta que ele hoje faz de cabeça.
A lista completa
Não é promessa de aplicativo novo: cada item aqui embaixo está no ar.
O mapa
Um app de corrida vale o que vale o mapa dele. O nosso vem de três fontes, somadas de propósito.
Ruas, rodovias, água e mata. É o mapa aberto que o mundo inteiro usa — e o nosso recorte é o polígono real dos municípios, não um retângulo em cima do mapa.
O Censo 2022 passou de porta em porta no país inteiro. Trouxemos de lá o que o mapa aberto não tinha: só em Teresina, 415 mil endereços com coordenada — e com eles hospitais, escolas e mercados que simplesmente não existiam em nenhum mapa.
Não achou o lugar? Marca no mapa e dá o nome. Ele passa a existir na busca de todo mundo. Nenhum banco de dados sabe onde fica "a casa amarela do fim da rua" — mas o vizinho sabe.
Segurança
Sem prometer o que não dá pra cumprir: não existe app no Brasil que despache viatura. O que dá pra fazer é deixar tudo pronto pra pedir socorro em um toque — e é isso que está aqui.
Segurando o botão durante a corrida, o app disca o 190 e mostra rua, cidade, coordenada e a placa do carro em letra grande. Quem está com medo não lembra de nada disso — e o atendente pergunta exatamente isso.
Até três contatos de confiança recebem na hora, com o link pra acompanhar a viagem ao vivo. Quem também usa o Chega-i recebe por dentro do app; quem não usa, no WhatsApp com a mensagem já escrita.
Todo motorista rodando recebe onde tu está e a quantos quilômetros. No interior quem chega primeiro não é a polícia — é o colega que estava a um quilômetro.
O motorista só começa a corrida com o teu PIN. Na tela tu vê nome, foto, nota, modelo e placa antes de abrir a porta — e dá pra bloquear alguém pra nunca mais ser pareado.
Onde já roda
O Chega-i é brasileiro e nasceu aqui — o mapa, os endereços e o jeito de falar são daqui, e em cada cidade ele fala como se fala na cidade. Hoje ele opera nestes lugares, dentro do limite real de cada município, e avisa na cara de quem está fora. Cidade nova entra assim que tiver motorista pra rodar.
A cidade inteira, do Centro aos sítios. Corrida dentro da cidade e para Barbalha.
Sede e distritos, incluindo Caldas e o balneário — a 11 minutos do Centro.
A capital inteira, com mais de 5 mil ruas no mapa — do Centro à zona Leste.
71 km de estrada, com tarifa própria pra viagem entre cidades. Não é preço de corrida urbana esticado.
Perguntas
Não. Abre chega-i.com no navegador e já dá pra pedir. Se quiser, dá pra instalar na tela de início (e tem APK pra Android) — aí funciona como aplicativo, com aviso de chegada e tudo.
PIX ou cartão, direto no app. Onde o dinheiro em espécie estiver liberado, também dá pra pagar na mão do motorista — e tu avisa com quanto vai pagar, pra ele já sair com o troco.
Não. O valor que aparece antes de confirmar é o que tu paga. Trânsito, desvio ou demora não mudam o preço combinado.
O app avisa e não deixa tu pagar. Não cobramos por uma corrida que ninguém pode pegar.
É a viagem entre cidades vendida por assento. Tu reserva a tua vaga e só paga quando a viagem fecha — se não encher, ninguém paga nada. E o motorista também publica a viagem dele: tu compra o lugar na van e ele te pega em casa.
A taxa aparece na tela junto com o valor da corrida e o que sobra pra ti, antes de tu aceitar. Sem caixa preta. O dinheiro cai na tua chave PIX corrida por corrida.
Hoje em Mauriti e Barbalha (CE) e em Teresina (PI), dentro do limite dos municípios, e nas viagens marcadas entre cidades. Cidade nova entra assim que tiver motorista pra rodar.
Baixar
Três jeitos de entrar: abrir no navegador sem instalar nada, colocar o ícone na tela de início, ou baixar o aplicativo do Android. O do iPhone vem depois.
Pede o carro, acompanha no mapa e paga no PIX ou no cartão.
No celular dá pra “Adicionar à tela de início” pelo menu do navegador: vira ícone e abre como app, sem baixar nada. É assim que funciona no iPhone hoje.
Recebe chamada, vê o líquido antes de aceitar e roda quando quiser.
Mesma coisa aqui: dá pra “Adicionar à tela de início” e rodar direto do ícone. O aviso de corrida chega do mesmo jeito.